quarta-feira, janeiro 17, 2007

Ahá! (Ou: Justificando)

Já que a pedra foi cantada, o Urbanóide Experimento foi uma evolução, uma adaptação, uma apropriação voluntária e indevida (???) de um mote que cabia ao fraterno-colaborador.

Era para ter retomado o assunto zilhões de semanas atrás, mas enfim, eu roubei mesmo e daí? Mas não é a mesma coisa, tipo o homem, o rio e a comida mexicana, nenhum é o mesmo depois de passar (ou ser passado) pelo outro.

Sei lá do que se trata(va?) o humanóide experimento. O Urbanóide Experimento (atente ao recurso de desvalorização-Valorização, é muito ruim fazer uma coisa dessas sem que ninguém perceba) é tão somente a vida de uma pessoa Urbana, dum cosmpolita wannabe, num ambiente rural, cercado de pessoas desconhecidas (na melhor das hipóteses, na pior por pessoas odiadas que se adoram entre si) com obrigações acadêmicas que implicam em obrigações financeiras - e nada poderia deixar um Urbanóide mais possesso do que ter a certeza de estar sendo passado para trás por um caipira desdentado fedaputa que cobra R$3,00 num café de bule (enquanto o mega hiper luxuoso expresso com grãos torrados na Italia e moídos na hora custa R$ 2,80 na urbe... mas no final, é só café) e não ter nenhuma opção a não ser resignar-se. Tão somente isso. Acabou? Bom, voluntariamente, não, não acabou. Mas eu me distraí com as brabuleta passante e esqueci o resto do post.

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